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Processo Seletivo Interno Sebrae/GO – 01/2021

Processo seletivo Interno Sebrae/GO – 01/2021

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INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE MACEIÓ – IPREV

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SEBRAE/CNPQ/ALI

Inscrições – Processo Seletivo de Bolsistas – CNPq e SEBRAE/GO– O1/2020

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Edital 01- 2020 11 BaixarVisualizar
ERRATA I DE COMUNICADO DO SEBRAEGO E DO CNPq 1 BaixarVisualizar
ERRATA II DE COMUNICADO DO SEBRAEGO E DO CNPq 0 BaixarVisualizar
ERRATA III DE COMUNICADO DO SEBRAEGO E DO CNPq 0 BaixarVisualizar
ERRATA IV DE COMUNICADO DO SEBRAEGO E DO CNPq 1 BaixarVisualizar
ERRATA V DE COMUNICADO DO SEBRAEGO E DO CNPq 9 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR DA ANÁLISE DOCUMENTAL E CURRICULAR - ORIENTADOR 2 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DA ANÁLISE DOCUMENTAL E CURRICULAR - ORIENTADOR 5 BaixarVisualizar
LISTA DE CONVOCADOS PARA ENTREVISTA - ORIENTADOR 1 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR DA 2ª ETAPA - ENTREVISTA INDIVIDUAL - ORIENTADOR 1 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DA 2ª ETAPA - ENTREVISTA INDIVIDUAL - ORIENTADOR 1 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR DO PROCESSO - ORIENTADOR 0 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DO PROCESSO - ORIENTADOR 3 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DAS INSCRIÇÕES VÁLIDAS - ALI 2 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR DA ANÁLISE DOCUMENTAL E CURRICULAR - ALI 0 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DA ANÁLISE DOCUMENTAL E CURRICULAR - ALI 1 BaixarVisualizar
LISTA DE CONVOCADOS PARA 2ª ETAPA - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO 1 BaixarVisualizar
LISTA DOS CANDIDATOS APTOS A CORREÇÃO DA 2ª ETAPA - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO - PROVA DISCURSIVA 3 BaixarVisualizar
RESULTADO DA PROVA DISCURSIVA 5 BaixarVisualizar
LISTA DE CONVOCADOS PARA 3ª ETAPA 0 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR 3ª ETAPA - ENTREVISTA INDIVIDUAL - ALI 0 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DA 3ª ETAPA - ENTREVISTA INDIVIDUAL ALI 0 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR DA 2ª ETAPA 1 BaixarVisualizar
RESULTADO PRELIMINAR - ALI 0 BaixarVisualizar
RESULTADO FINAL DO PROCESSO - ALI 40 BaixarVisualizar
DIVULGAÇÃO PRELIMINAR DO GABARITO 2 BaixarVisualizar
DIVULGAÇÃO DO GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 13 BaixarVisualizar
AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO 35 BaixarVisualizar
ANEXOS 14 BaixarVisualizar
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Processo Seletivo – HMOB

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eSocial – By Metrópole Soluções Governamentais

Em iminência o dia “D” – 01 de julho de 2018, inicia-se o eSocial. O eSocial é um projeto do governo federal que promete transformar profundamente as relações trabalhistas no Brasil. O seu objetivo principal é unificar o envio das informações relativas à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas por parte do empregador com relação aos seus empregados, facilitando um processo que antes era demasiadamente elaborado. O principal objetivo do eSocial é unificar essas obrigações e substituir os programas utilizados atualmente como, por exemplo: o SEFIP, CAGED, RAIS, etc.

Por meio desse sistema, os empregadores (através de seus contadores) passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. A transmissão eletrônica desses dados simplificará a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, de forma a reduzir a burocracia para as empresas. A prestação das informações ao eSocial substituirá o preenchimento e a entrega de formulários e declarações separados a cada ente.

O projeto eSocial é uma ação conjunta dos seguintes órgãos e entidades do governo federal: Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e Ministério do Trabalho – MTb. É um novo sistema de registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores.

Todas as informações coletadas pelas empresas vão compor um banco de dados único, administrado pelo Governo Federal, que abrangerá mais de 40 milhões de trabalhadores e contará com a participação de mais de 8 milhões de empresas, além de 80 mil escritórios de contabilidade. Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial.

Todos esses dados, na verdade, já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. No entanto, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único. Todos esses dados, obrigatoriamente, serão enviados ao Governo Federal, exclusivamente, por meio do eSocial. Por meio desse canal, os empregadores passarão a comunicar ao Governo, de forma unificada, 15 obrigações:

  • GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE – Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD – Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Além de simplificar processos, o que gera ganho de produtividade, o eSocial passará a subsidiar a geração de guias de recolhimentos do FGTS e demais tributos, o que diminuirá erros nos cálculos que, hoje, ainda ocorrem na geração desses documentos. O eSocial será o maior aliado do Governo na hora de fiscalizar os empregadores.

A plataforma garantirá também maior segurança jurídica, com um ambiente de negócio que beneficia a todos, principalmente àquelas empresas que trabalham em conformidade com a legislação.

Com a substituição da entrega de diversas obrigações por apenas uma operação, totalmente padronizada, as empresas diminuirão gastos e tempo dedicados atualmente para à execução dessas tarefas. Esse novo modelo traz outras vantagens, como:

  • Registro imediato de novas informações, como a contratação de um empregado;
  • Integração de processos;
  • Disponibilização imediata dos dados aos órgãos envolvidos.
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Provas do Concurso – TRE-BA

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REFORMA TRABALHISTA, de fato, o que precisamos saber

Precisamos conhecer a nova lei trabalhista, muito falada, porém pouco explorada, para que possamos usufruir de todos os benefícios da mesma de uma maneira ecológica onde todos serão beneficiados.

A nova lei trabalhista sancionada em julho começou a valer em novembro de 2017. A REFORMA altera mais de 100 PONTOS DA CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o conjunto de normas que rege as relações de trabalho no País. As mudanças trazem vantagens para patrões e empregados, porém, vários pontos deverão ser objeto de controvérsia nos tribunais.

A CLT foi criada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. De lá para cá muitas coisas ocorreram e evoluíram no ramo do Direito, das relações empresariais, da ciência, da tecnologia e do mundo em si. Sem sombra de dúvidas a CLT antes da REFORMA era um instrumento que engessava as relações de trabalho no Brasil, e ainda teria muita coisa para mudar. Porém, vamos comemorar esta evolução pontuando as mudanças que a REFORMA TRABALHISTA nos trouxe.

NEGOCIAÇÕES ENTRE PATRÕES E EMPREGADOS

Acordos coletivos podem prevalecer sobre a legislação em vários casos. Pode ser negociado:

  • Jornada de trabalho.
  • Banco de horas.
  • Intervalo para almoço.
  • Plano de cargos e salários.
  • Representação dos trabalhadores no local de trabalho.
  • Teletrabalho, trabalho intermitente e regime de sobreaviso.
  • Remuneração por produtividade.
  • Participação nos lucros ou resultados.
  • Trabalho em ambiente insalubre.

 

O QUE NÃO PODE SER NEGOCIADO

  • Salário mínimo.
  • FGTS.
  • Valor do 13 salário.
  • Remuneração do trabalho noturno.
  • Horas extras, no mínimo 50%.
  • Repouso semanal remunerado.
  • Férias anuais, com adicional de um terço.
  • Salario família.
  • Licença maternidade e paternidade.
  • Aviso prévio.
  • Seguro desemprego.
  • Normas de saúde, higiene e segurança do trabalho.
  • Adicional para atividades insalubres.
  • Seguro contra acidentes de trabalho.
  • Prazo de prescrição para ações trabalhistas.
  • Proibição de discriminação de deficientes.
  • Proibição do trabalho de menores de 16 anos e restrições para menores de 18 anos.
  • Liberdade de associação sindical.
  • Direito de greve.

 

JORNADA DE TRABALHO

Patrões e empregados podem negociar de várias maneiras a jornada de trabalho a ser cumprida desde que os limites previstos pela Constituição e pela Legislação sejam respeitados. Esses arranjos dão mais flexibilidade aos trabalhadores e às empresas e podem regularizar situações que atualmente ocorrem a informalidade.

Banco de horas – Os trabalhadores poderão negociar individualmente com as empresas seu banco de horas, desde que a compensação das horas ocorra em no máximo seis meses.

PONTO POSITIVO: Flexibilidade nas negociações do sistema ao qual muitos sindicatos se opõem.
Jornada 12 x 36 – Os trabalhadores poderão negociar jornadas de até 12 horas se forem seguidas por 36 horas de descanso, o que já ocorre nas áreas de saúde e segurança.

PONTO POSITIVO: negociação individual destes contratos sem a intervenção de sindicatos. Jornada parcial – Contratados para cumprir jornada parcial podem trabalhar até 30 horas por semana ou 26 horas mais 6 horas extras. Antes o limite para estes contratos eram 25 horas.

PONTO POSITIVO: Horários mais flexíveis para estudantes e quem tem filhos pequenos com redução de custos para as empresas.

LIMITES MANTIDOS

  • 8 horas diárias.
  • 44 horas semanais.
  • 220 horas mensais.
  • horas extras por dia. As horas extras continuam no percentual de 50% no mínimo e 100% em domingos e feriados, além de 20% para horas extras cumpridas entre 22 h e 5 h.

 

CONDIÇÕES DE TRABALHO

A negociação do tempo de descanso e do tempo gasto no trajeto da casa para o trabalho fica mais fácil. Desta forma, abre-se caminho para redução de custo das empresas. Descanso – O intervalo para descanso e alimentação durante a jornada de trabalho pode ser de no mínimo 30 minutos, antes a lei exigia no mínimo uma hora.

PONTO POSITIVO: Trabalhadores podem encerrar o expediente com a anuência do patrão e voltar para casa mais cedo, e empresas podem evitar o pagamento das horas extras.

Horas de Trajeto – O tempo gasto até o trabalho e na volta para casa não deve ser contado como parte da jornada quando a empresa fornece transporte aos empregados.

PONTO POSITIVO: Garantia de transporte a empregados com custo menor para empresas. Férias – As férias poderão ser parceladas em até três vezes, desde que um dos períodos seja pelo menos de 14 dias corridos e outros de pelo menos 5 dias corridos.

PONTO POSITIVO: maior flexibilidade para trabalhadores e empresas.

GRÁVIDAS E LACTANTES

Grávidas e Lactantes agora poderão trabalhar em ambientes insalubres desde que o risco para a mãe e o bebê for considerado baixo por um médico. Trabalhadores hiperssuficientes – Profissionais com ensino superior e o salário for maior de R$ 11 mil poderão negociar individualmente com a empresa. Pelas regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), todos os funcionários estavam obrigatoriamente sob o guarda-chuva das negociações do sindicato. Agora, segundo o texto da reforma, os que têm nível superior e recebem valor acima do dobro do teto dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (isto é, R$ 11.062,62 em 2017) podem negociar individualmente suas relações contratuais. O profissional não perde o direito de ser representado, mas pode escolher a negociação particular. Por força de lei, o sindicato representa todos os trabalhadores daquela categoria profissional. Quem ganha acima de R$ 11 mil poderá fazer a negociação direta com empregador.

A lista de questões “negociáveis” inclui: pacto quanto à jornada de trabalho, observados os limites constitucionais (44 horas semanais e 220 horas mensais); organização do banco de horas; intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de 30 minutos para jornadas superiores a seis horas; possibilidade de home-office; remuneração por produtividade ou prêmios de incentivo em bens; troca do dia de feriado; prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia das autoridades competentes do Ministério do Trabalho; participação nos lucros ou resultados da empresa, entre outros.

O repertório de questões “inegociáveis” é vasto. Nele, há questões como: gozo de férias anuais remuneradas; valor dos depósitos mensais e da indenização rescisória do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); valor nominal do décimo terceiro salário; remuneração do trabalho noturno; repouso semanal remunerado (que em boa parte dos casos cai no domingo, mas que pode ser em outro dia da semana); número de dias de férias devidas ao empregado; licença-maternidade e paternidade; aposentadoria; direito de greve, entre outros. Ou seja, mesmo que um funcionário quisesse “acumular” dois períodos de férias, isso não seria possível.

PONTO POSITIVO: Maior flexibilidade para trabalhadores e empresas. Planos de Cargos e Salários – Planos de carreira poderão ser negociados sem registro em contrato de trabalho nem homologação pelo Ministério do Trabalho, uma exigência da legislação antiga. Isonomia Salarial – Para pedir equiparação salarial com colegas que ganham mais na mesma função, trabalhadores precisarão ter pelo menos quatro anos na empresa e dois anos na função.

PONTO POSITIVO: Maior segurança jurídica para empresa.

Comissões, Gratificações e Prêmios – Verbas de caráter eventual como comissões, gratificações e prêmios por produtividade, auxilio alimentação e ajudas de custo limitadas a 50% da remuneração total não devem ser consideradas parte do salário.

PONTO POSITIVO: Custo menores para empresa. Diminuição de demandas trabalhistas.

DEMISSÃO

A reforma cria um novo tipo de demissão, que poderá ser negociada por patrões e empregados, estabelece normas que podem reduzir a interferência dos sindicatos. O objetivo é facilitar o desligamento de trabalhadores para empresa em algumas situações, tornar mais barato. Demissão em comum acordo – Empregadores e empregados poderão rescindir o contrato de trabalho em comum acordo. Homologação da rescisão – Em caso de demissão, a rescisão de contrato de trabalho não precisa mais ser homologada pelos sindicatos. Demissão coletiva – Demissões coletivas poderão ser feitas sem negociação com sindicatos, que não precisam mais ser comunicados da decisão da empresa.

NOVOS TIPOS DE CONTRATO DE TRABALHO

São regulamentados os teletrabalho (home office), à distancia da empresa, e as jornadas intermitentes. A reforma também cria garantia para funcionários que prestam serviços terceirizados.

Teletrabalho – A nova lei cria regras para o teletrabalho, regime em que o empregado trabalha fora da empresa, em casa ou na rua, e se conecta com o empregador pela internet ou telefone. Trabalho intermitente – Prestação de serviços por horas, dias ou meses, sem continuidade em que o empregado é convocado para trabalhar pelo menos três dias de antecedência. Uma regra válida até 2020 estabelece que trabalhadores demitidos só podem ser recontratados como intermitentes 18 meses após o desligamento.

PONTO POSITIVO – Flexibilidade para patrões e empregados, com regularização de bicos e outras situações que já ocorrem a informalidade.

Autônomos – Contratos de autônomos não podem incluir cláusulas de exclusividade, permitindo que os trabalhadores prestem serviços a mais de uma empresa e se recusem a realizar atividades exigidas pelo contratante, ao contrário dos funcionários da empresa.

PONTO POSITIVO – menor riscos trabalhista. Benefícios a terceirizados – Empresas são obrigadas a oferecer a terceirizados os mesmos benefícios de alimentação, transporte e atendimento médico oferecidos a contratados diretamente.

PONTO POSITIVO – garantia para trabalhadores terceirizados. Pejotização – Trabalhadores demitidos só podem ser recontratados como prestadores de serviços terceirizados 18 meses após o desligamento.

REPRESENTAÇÃO SINDICAL

Sindicatos de trabalhadores podem ficar enfraquecido com o fim da sua principal fonte de financiamento, o imposto sindical obrigatório. Comissões de empregados – Empregados poderão eleger comissões de representantes sem vínculo de sindicato com empresas com mais de 200 funcionários.

JUSTIÇA DO TRABALHO

Aumenta o rigor para entrar com uma ação trabalhista. Reconhece que o empregado que entrar com ação alterando a verdade dos fatos pode ser punido por litigância de má-fé (abrir processo sem ter direito real). Vários dispositivos da reforma têm como objetivo reduzir a pressão nos tribunais, limitando o acesso gratuito de trabalhadores a justiça, restringindo o potencial de ganho com ações com danos morais e protegendo ex-sócios e empresas do alcance de ações trabalhistas. Acesso gratuito – Trabalhadores com renda inferior a 40% do teto do INSS R$ 2.212 terão acesso gratuito à Justiça do Trabalho, mas os demais precisarão comprovar incapacidade de pagar os custos do processo. Dano Moral – Indenizações por dano moral, em casos de ofensa a honra ou assedio no trabalho, são tabeladas de acordo com o grau da ofensa e limitadas a 50 vezes o teto dos benefícios da Previdência, o que significaria hoje R$ 276 mil.

Perícia – A despesa será paga pela parte que perdeu a perícia, mesmo que seja um trabalhador beneficiado pela justiça gratuita. O pagamento poderá ser parcelado pelo juiz. Custas – O trabalhador que perder uma ação também poderá ser obrigado a pagar as custas dela. As custas relativas ao processo terão valor máximo de quatro vezes o teto do INSS, que em valores de 2017 corresponde a R$ 22.125,24. Prazos – Os prazos processuais serão contados apenas em dias úteis. Antes da reforma eram contados em dias corridos.

Súmulas do TST e jurisprudência – Para que uma turma do TST adote súmulas e uniformize a jurisprudência, a nova lei exige o voto de pelo menos dois terços da turma e um histórico de decisões por unanimidade sobre o assunto. Falta em audiência – Se quem entrou com ação faltar a uma audiência e isto gerar o arquivamento do processo, será condenado a pagar às custas do processo, ainda que receba justiça gratuita, a não ser que justifique a ausência no prazo de 15 dias.

PONTO POSITIVO – Diminuição de ações trabalhistas. Responsabilidade de ex-sócios – Ex-sócios de uma empresa processada na justiça só respondem por suas dívidas trabalhistas na ausência dos atuais donos do negócio e por até dois anos após a saída.

PONTO POSITIVO – Proteção para sócios que se afastarem de empresas com dívidas trabalhistas. Responsabilidade de grupo econômico – Uma empresa só será tratada como parte do mesmo grupo econômico na Justiça do Trabalho se forem demonstrados o interesse comum e a atuação conjunta das empresas do grupo.

PONTO POSITIVO – Proteção para empresas na justiça.

Fábia Braga.

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Crédito de PIS e COFINS Sobre Terceirização é Autorizado Pelo Fisco

A apuração de PIS e COFINS pelo regime não – cumulativo, sempre permitiu a utilização de créditos sobre INSUMOS. A grande questão que sempre esteve em pauta era o real conceito (definição) de INSUMOS.

Esta é uma definição importante porque é decisiva para esclarecer quais os custos que geram direito a crédito na sistemática do PIS/PASEP e da COFINS “não-cumulativos”, principalmente para as pessoas jurídicas prestadoras de serviço.

O conceito de insumo, dentro da sistemática de apuração de créditos pela não – cumulatividade de PIS e COFINS, tem sido entendido como todo e qualquer custo ou despesa necessária à atividade da empresa, dentro das peculiaridades de cada atividade empresarial.

Na atividade industrial, além dos combustíveis e lubrificantes, são insumos: a) as matérias primas, os produtos intermediários, o material de embalagem e quaisquer outros bens que sofram alterações, tais como o desgaste, o dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas, em função da ação diretamente exercida sobre o produto em fabricação, desde que não estejam incluídas no ativo imobilizado; e b) os serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País, aplicados ou consumidos na produção ou fabricação do produto.

Na atividade de Prestação de Serviços, além dos combustíveis e lubrificantes, são insumos: a) os bens aplicados ou consumidos na prestação de serviços, desde que não estejam incluídos no ativo imobilizado; e b) os serviços aplicados ou consumidos na prestação do serviço. Até então não era possível o crédito quando os serviços contratados junto a terceiros, ainda que pessoas jurídicas, se destinem a atividades-meio da pessoa jurídica contratante.
Por meio da Solução Divergência COSIT nº 29, publicado no Diário Oficial no dia 16/11/2017 acredito que temos uma boa nova… As empresas ganharam mais um incentivo para a terceirização.

Depois da edição de uma lei sobre o assunto e da reforma trabalhista, a Receita Federal publicou entendimento que favorece a prática.
Por meio da Solução de Divergência Cosit n° 29, definiu que valores gastos com a contratação de mão de obra terceirizada geram créditos de PIS e COFINS.
Como defensora da Reforma Trabalhista, entendo que esta ação reflexa da Receita Federal irá muito contribuir para a geração de emprego, e claro, o crescimento da economia.
Tal entendimento publicado além de legitimar o aproveitamento de crédito de PIS e COFINS na contratação de serviços terceirizados, vem contribuir para conceituar a essência de insumos em qualquer atividade empresarial.

A máxima do aproveitamento de crédito de PIS e COFINS sobre serviços terceirizados ganha importância principalmente com a reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que agora permite a terceirização de trabalhadores sem restrição, para as atividades meio e fim.

Agora, a solução de divergência dá um incentivo adicional para as empresas adotarem cada vez mais a terceirização de mão de obra, em busca da redução de custos.
Fica claro que tanto a contratação de empregados terceirizados como a contratação de empresas para atividades fim da empresa contratante são insumos e de fato gera o crédito de PIS e COFINS.

Os impactos financeiros são bem expressivos, considerando que a alíquota das contribuições do PIS e da COFINS é de 9,25% no regime não cumulativos.
Diante do exposto, entendemos ser improcedentes qualquer autuação sobre créditos de PIS e COFINS aproveitado sobre insumos de serviços que não tem aplicação direta no produto final.

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Frente a Frente com o Futuro

Com a revolução do Streaming, o momento é da disrupção.

O tempo não é mais propício para longas reuniões… Planejamentos que levam meses para saírem do papel. O futuro chegou de uma forma mais rápida e abrangente e o futuro é exatamente o agora. Isso mesmo… Seja bem-vindo ao Futuro, você já está nele e não pode se comportar com os velhos hábitos do passado (que talvez seja o seu presente), mas enfim, passado.

Neste Futuro, podemos aplicar as três célebres Leis de Newton para que os nossos processos internos sejam alavancados.

Primeira Lei de Newton: Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas sobre ele

Aplique toda sua força vetorial em cada uma de suas partículas e mova-se. Estude mais. Leia mais. Seja ávido por conhecimento. Seja exageradamente gentil com você mesmo e com o próximo. Procure excelência no que você faz. O Futuro chegou e não há tempo para longos planejamentos. O momento exige atitude. Quem pode aplicar esta força sobre você é você mesmo, então, está tudo muito mais fácil do que você pode imaginar.

Segunda lei de Newton: A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção de linha reta na qual aquela força é aplicada.

A segunda Lei de Newton nos traz a ideia do impulso. Um impulso ocorre quando uma força age em um intervalo de tempo, logo ao ter consciência que o Futuro é agora, gere um impulso mental que venha articular suas ideias e canalizar suas forças para atitude. O Futuro exige atitude. Neste impulso de força, acredite, podem ocorrer erros, mas os mesmos devem ser entendidos como aprendizados e treinamento para a fase seguinte. Gosto da frase de Jeffrei Immelt, presidente do Conselho de Administração da Ge – “o maior erro é não se mover”.

Acredite, quando há variação de velocidade, em um determinado intervalo de tempo, encontramos a aceleração. Aumente sua velocidade. Acelere. A vida pulsa.

Terceira Lei de Newton: A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos.

De acordo com Newton, não existe força que seja capaz de agir sozinha, pois, para cada força considerada ação, existe outra chamada de reação.

O Futuro que chegou – no presente – não pode agir sozinho. Ele precisa de sua ação em direção ao que você deseja para você (que seria no futuro), mas que na época da internet das coisas, na época de streaming, na época em que Stephen Hawking alerta sobre o avanço dos robôs, na época em que em detrimento do avanço das tecnologias digitais, todos nós temos que nos preparar para grandes transformações… (…) que seria no futuro, mas é Agora.

Não há espaço para velhos comportamentos ranzinzas. Você irá perceber que dentro de você não existirá lugar para velhos comportamentos egoístas que não perdoa, não releva, não ama, impõe o autoritarismo a qualquer preço.

Simplesmente o futuro que é o presente não tem tempo para isso. O momento é extremamente oportuno para tornarmos seres humanos melhores. Pessoas melhores. Não crie lacunas problemáticas dentro de você. Se necessário for, aplique as três Leis de Newton em seu comportamento. Mas aja, mova-se, mude. O Futuro já começou.

By Fábia Braga.

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